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Carreira e o cristão

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O cristão e a profissão

Muitas vezes observo que existem muitas pessoas sofrendo na área financeira, no meio das igrejas, e por crerem que Deus vai mandar o suprimento, elas ficam paralisadas neste pensamento quando, na verdade, Deus quer supri-las sim, mas a fé sem obras é morta.

Em 2006, eu ouvi uma mensagem do missionário Simon Potter cujo título era “a provisão está em suas mãos”, o mesmo falava que era uma ideia errônea dos gregos quando separavam o trabalho secular do trabalho eclesiástico. Infelizmente, pode haver ministros sofrendo financeiramente no início de obras e deixando a sua família sofrendo também por não entenderem que podem e devem buscar outro trabalho até que aquela determinada obra possa estar plenamente estabelecida e assim os sustentarem dignamente.

A Bíblia diz: “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina” (I Timóteo 5:1). Este texto deixa bem claro que a ação ministerial também é um trabalho, e que é digno ao ministro ser sustentado pela obra na qual está inserido.

Creio mesmo que trabalhar integralmente no ministério é o desejo de muitos ministros da Palavra, mas, se você ainda não está plenamente estabelecido no padrão de vida que você deseja em seu coração, então, creia, trabalhe e se empenhe para tal, mas o faça com sabedoria e equilíbrio, percebendo as estações!

Não sofra nem deixe a sua família sofrer, esteja buscando preparo e atento às oportunidades profissionais que surgem em sua vida. O problema é que, pelo fato de muitos não buscarem habilitações profissionais, ficam na dependência de pessoas ou esperando cestas básicas “caírem do céu”.

Deus lhe deu talentos e habilidades que são bênçãos para a obra e para a sua vida também. Observamos o apóstolo Paulo, no inicio de obras, fazendo tendas, pois a conjuntura específica da fase em que estava vivendo necessitava que ele fosse trabalhar nessa área. Quando observamos a epístola aos Colossenses, no capítulo 3, quando trata da relação dos servos e dos senhores segundo a carne, o apóstolo enfatiza que devemos fazer o nosso trabalho “secular” como para Cristo. Então, caro irmão, se você tem seu trabalho “secular”, faça-o como para o Senhor: seja fiel. Isto contará pontos para Deus!

Jesus não arregimentou homens que estavam desocupados, Ele chamou aqueles que estavam fielmente exercendo as suas ações diárias de modo responsável e coerente.

Deus quer que você cresça e tenha boa reputação, tanto para os de dentro como para os de fora. Observamos Paulo dizendo: “quem não trabalha não coma” (2 Ts 3.10). Este texto parece, mas Ele é tão inspirado quanto o Salmo 23: “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará”.

Também vivemos o sobrenatural de Deus quando contamos com a bênção do Senhor fazendo o nosso trabalho fluir. Com Ele, seremos os melhores, os mais bem ranqueados nas organizações, creia nisso.

Quando novo convertido, eu ficava pensando: “Não vou fazer universidade, pois Jesus está voltando”. Isso foi em meados de 1995. Graças a Deus, em 1996, este pensamento foi ajustado em minha vida. Às vezes, estamos até com boa intenção, porém, este é um sofisma, um pensamento errado ou incompleto. Fui estudar em um cursinho e lá vi que poderia estudar e evangelizar também, pois Deus me mostrou que onde eu estivesse poderia ser usado como um instrumento dEle. Vi muitos jovens se converterem naquela instituição de ensino, posteriormente, entrei na faculdade e lá, me habilitando profissionalmente, experimentei coisas tremendas da parte de Deus: vidas transformadas, curadas, cultos poderosos no campus e eu estava preenchido por dentro também na minha vida profissional. De lá para cá, terminei outros cursos, e vejo que cada um deles tem agregado valores não somente no aspecto natural, mas no aspecto espiritual e no meu ministério. Tenho visto portas sendo abertas, as quais, sem a formação, eu não poderia entrar. Quando entro, eu vejo Deus operar.

Deus quer usar você na sua profissão, para alcançar pessoas que dificilmente outra pessoa poderia. Esteja pronto! Os talentos naturais e espirituais foram dados por Deus a você, multiplique-os, use-os!

Se você acha que já perdeu muitas oportunidades e não tem como voltar mais, não pense assim. Em Joel 2.25, está escrito que Deus é poderoso para nos restituir os anos que foram consumidos… Levante-se, pague o preço, vá adiante, pois Ele quer supri-lo(a) de modo sobrenatural. Seja perito no que você se propõe a fazer e, certamente, você estará em posição elevada. Independente da área, seja o melhor e verás os resultados chegando.

Tenho dado consultoria a alguns empresários e tenho observado também que muitos estão ficando para trás e não estão acompanhando o mercado ou as novas tendências das áreas de atuação profissional, e isso é algo que também é importante ressaltar. A Bíblia diz que a árvore que dá frutos, Ele limpa, para que produza mais fruto ainda… É assim que tem que ser feito nas empresas e ações profissionais. Esteja sempre pronto a mudanças!

Com certeza, Jesus está voltando, mas quando Ele voltar como você vai estar? Nós devemos todos os dias nos preparar para a volta do nosso Salvador, devemos evangelizar, trabalhar na obra e também nos prepararmos para construir a nossa vida, nos mantendo aqui na terra, até que Ele volte.


“Faça o que eu mando!”

Cuidado quando essa frase cai em você como uma bomba. Aversão à liderança pode colocar em risco seus resultados e, ainda pior, seu emprego.

Possuir capacidade para resolver problemas, coordenar pessoas, desenvolver estratégias em seu setor são atitudes válidas e desejadas. Mas há uma linha muito tênue entre isso e uma implantação de uma liderança paralela.

Os conflitos entre empregados e hierarquia são comuns, pois a relação entre pessoas em si é delicada. Normalmente a base do conflito são as exigências vindas do líder, que precisa ser acatado, e as do funcionário, que precisa ser reconhecido pelo que faz.
O problema é quando o colaborador quer fazer tudo do seu jeito e prefere fazê-lo passando por cima das regras.

Tudo do meu jeito 
Se por um lado agir com certa independência é sinal de segurança, por outro pode ser o começo de um trabalho solitário.

Para o bom andamento de um setor e da empresa como um todo, a cada decisão é necessário consultar, perguntar, ouvir e acatar. Se isso vale para lideranças inteligentes, porque não valeria para os próprios funcionários?

Bater de frente não é a melhor opção. Você pode sem querer começar a agir da mesma forma, não escutando, nem percebendo o que acontece à sua volta. Pode até ser interpretado de uma maneira equivocada, passando por autoritário.

Para trabalhar em equipe existem regras a serem seguidas. Por essa razão o temperamento “mandão”, muitas vezes aplicado nas empresas, passa a perder sua eficiência, já que para lidar com pessoas é necessário comunicação e flexibilidade. Respeitar o que precisa ser feito e ceder faz parte do trabalho e nem por isso significa omissão ou falta de personalidade, ao contrário, denota profissionalismo.

Melhore seu comportamento 
Vale a pena ser flexível. Uma liderança inteligente é baseada no diálogo constante. Eliminar situações mal-entendidas, respeitar momentos difíceis tanto profissionalmente como da vida pessoal de cada um, faz parte dessa atitude.

Seja maleável e veja em que situação é melhor respirar, contar até dez ou resolver o que estiver incomodando.

Dicas para melhorar seu relacionamento dentro da empresa:

  • Escolha a melhor maneira para falar. Use a sensibilidade, às vezes, é melhor deixar o assunto “esfriar”.
  • Feedback : dê e peça.
  • Saiba que nem sempre você está certo.
  • Se perceber uma liderança incompetente, não bata de frente, prefira decisões que contribuam com sua carreira.
  • Comprometa-se com seu trabalho.
  • Melhore a comunicação. A relação entre líder e funcionário tem que ser clara.
  • Elimine o “eu acho que”, tenha certeza.
  • Respeite a hierarquia.
  • Tenha uma relação de competição saudável dentro da empresa.

É claro que em alguns casos não podemos colocar a culpa apenas no “gênio forte” do funcionário. Esse problema na maioria das vezes é uma resposta a toda uma rede de componentes que não vêm sendo bem gerenciados. Perdem-se talentos quando a liderança não é eficaz.

Agora, se esse não for o caso, pequenas atitudes, como autocrítica, perguntar para as pessoas com quem convive mais diretamente se está no caminho correto são boas saídas para que aos poucos esses ruídos possam ser solucionados.


 CHEFE OU LÍDER?

Ter um bom relacionamento com o líder é importante, pois ajuda a manter a harmonia no ambiente profissional.

Nem sempre chefes e subordinados possuem uma relação tranquila, mas é preciso ter em mente que a hierarquia existente em uma corporação é algo necessário, que contribui para uma melhor divisão das tarefas e o bom andamento dos projetos. Saber encarar as ordens dos superiores como algo natural é fundamental para evitar conflitos e alcançar as metas traçadas, garantindo o bom desenvolvimento das carreiras profissionais.

Ter um bom relacionamento com o líder é importante, pois ajuda a manter a harmonia no ambiente profissional. É ao gestor que o subordinado deve recorrer na hora de tirar dúvidas e de apresentar resultados, portanto, a existência de intrigas só prejudica o bom desempenho da empresa diante dos concorrentes.

Alguns comportamentos podem ajudar a melhorar a relação entre as duas partes que compõem uma organização:

Respeitar a hierarquia dentro da empresa é uma forma de evitar indisposição com os colegas e, principalmente, com o chefe.

- Estabeleça a confiança: A boa convivência entre gestores e empregados deve ser baseada na relação de confiança entre eles. Para que ela exista, é necessário que cada um cumpra com o seu papel sem desrespeitar o outro. No caso do subordinado, é importante comunicar sempre que encontrar dificuldades para a execução das tarefas.

- Tenha iniciativa: Não se limitar ao que foi determinado é uma das melhores maneiras de mostrar competência e ser bem visto aos olhos do chefe. Tente enxergar sempre além, propondo projetos e dando sugestões. Assim, é possível obter um crescimento na carreira profissional.

- Entenda as prioridades: O líder, melhor do que ninguém, sabe quais são as necessidades da corporação. Ao ser designado para cumprir uma tarefa elencada entre as prioridades da empresa, empenhe-se para concluí-la no menor espaço de tempo possível, demonstrando dedicação ao trabalho e atenção para o que foi informado.

- Foque nos pontos positivos: Tenha em mente que o gerente de uma organização sempre quer obter os melhores resultados. Para isso, todas as tarefas, sejam elas fáceis ou difíceis, devem ser executadas. Sempre que receber uma demanda complicada, tente analisar a situação sob o viés positivo, focando nos benefícios que ela pode trazer para a corporação.

- Identifique as preferências: Saber quais são as atitudes do funcionário mais valorizadas pelo superior ajuda a manter-se bem diante do gerente, sem contrariá-lo.

- Peça um feedback: Sempre que executar uma missão, peça ao líder um retorno sobre as ações desenvolvidas. Assim, fica mais fácil se adequar às necessidades da organização e corresponder ao que esperam de você.

- Prefira acordos a conflitos: O diálogo é a melhor maneira de resolver conflitos. Ao discordar do superior, converse com ele e exponha seus argumentos, tentando convencê-lo a mudar de opinião.

Respeitar a hierarquia dentro da empresa é uma forma de evitar indisposição com os colegas e, principalmente, com o chefe. Um bom relacionamento com todos aqueles que fazem parte do seu local de trabalho ajuda não só no desenvolvimento pessoal dos funcionários, mas também colabora para a obtenção de bons resultados e o sucesso da corporação, que passa a se destacar diante da concorrência.